
Receita da feijoada será postada em breve! Aguarde!
Cobbler is a baked fruit dessert and is so named because of the "cobbled" look of the topping. Like a pie, it can be made with any fruit or fruit filling, but cobbler is easier and faster to make than pie. This recipe serves six to eight people.
Things You'll Need:
Heat oven to 350 degrees F.
Butter the bottom of a 9-by-13-inch baking dish and fill with the fruit or fruit filling of your choice (see Tips). Set aside.
Stir together the flour, sugar, salt and baking powder
Combine 7 tbsp. butter and the flour in a bowl. Mix with your fingers until the mixture resembles coarse meal.
Add the cream all at once, stirring it in with a wooden spoon to form a dough. Once it's combined, knead for 15 to 20 seconds.
Pick up pieces of the dough about the size of olives and sprinkle them over the fruit until the top of the dish has been covered. These pieces will give the dish its "cobbled" look, and juices from the fruit will bubble up around the dough.
Bake for 30 minutes
(Optional) Combine 1/2 c. butter with honey and brown sugar and place in the microwave to melt.
Pour the melted mixture over the cobbler after it has baked for 30 minutes.
Increase heat to 375 degrees F and cook for another 15 to 20 minutes or until a crust has formed on top.
Tradução para Português:
Cobbler é uma sobremesa de fruta, como uma torta, e pode ser feita com qualquer fruta que desejar, mas é mais fácil e rápida de fazer que torta. Essa receita é para 8 pessoas. Você pode aumentá-la o quanto quizer.
Ingredientes:
2copos de farinha de trigo
½ copo de açucar
½ colher de sal
1 colher de sopa de fermento
7 colheres de manteiga ou margarina
¾ de creme de leite ou leite
5 copos de fruta picada
½ copo de manteiga sem sal
2 colheres de mel
¼ copo de açucar mascavo
Como fazer
Acenda o forno
Unte a forma com manteiga e coloque a fruta picada
Misture a farinha, açucar, sal e fermento
Acrescente a manteiga e misture bem com os dedos até formar uma farofa.
Acrescente o creme de leite e misture com uma colher de pau até formar uma massa e misture por 15 a 20 segundos com a mão.
Pegue os pedaços da massa em bolas do tamanho de azeitonas e vá colocando sobre as frutas até cobrir toda a forma
Asse por 30 minutos
(Opcional)Depois faça um caramelo com a manteiga, o mel e o açucar mascavo, jogue por cima e asse por mais 15 a 20 minutos até dourar.


Depois de pronto! Voilá!
Com Kat e Nani na noite do meu aniversário!
Observe os caroços dentro, misturados com a salada
tortilla básica, com guacamole, frijoles refritos, iscas de carne e queijo muzzarela
enrolada e pronta para ser degustada
E voilá! Que delicia!
(Taken from "Someone Once Said....")



O pão é um produto alimentício resultado do cozimento de farinha com água e sal de cozinha. O pão foi produzido pela primeira vez há 6000 anos (Ver 6000 anos de pão de Heinrich Eduard Jacob).
Segundo os historiadores o pão teria surgido juntamente com o cultivo do trigo, na região da Mesopotâmia, onde atualmente está situado o Iraque. Supõe-se que a princípio o trigo fosse apenas mastigado.
Acredita-se que os primeiros pães fossem feitos de farinha misturada ao fruto do carvalho a que se chama bolota, landes ou noz. Seriam alimentos achatados, duros, secos e que também não poderiam ser comidos logo depois de prontos por serem bastante amargos. Assim, talvez fosse necessário lavá-los em água fervente por diversas vezes antes de se fazer as broas que eram expostas ao sol para secar. Tais broas eram assadas da mesma forma que os bolos, sobre pedras quentes ou embaixo de cinzas.
A fermentação é o segredo do pão. O pão levedado foi inventado no Egipto onde, há cerca de 6 mil anos seria descoberta a fermentação.
O ar contém uma quantidade enorme de microrganismos, nomeadamente esporos de fungos de levedura (Saccharomyces cerevisiae), que encontram nas massas de pão as condições adequadas para se alimentar do amido da farinha. Em consequência da acção desses microrganismos, o amido divide-se em anidrido carbónico (CO2) e álcool. As bolhas do gás carbónico não conseguem escapar através da superfície e fazem inchar (crescer) a massa, tornando-a fofa. Durante a cozedura ácido carbónico e álcool conseguem escapar, mas o seu efeito fica, na porosidade, sabor e aroma do pão.
O primeiro pão fermentado teria sido descoberto por acaso. Se uma massa (sem qualquer fermento adicionado) for deixada ao ar, ela irá levedar. Em função das condições de temperatura e umidade, o tempo necessário para a fermentação natural pode variar de entre 4 a 8 horas, mas a massa acabará por levedar. Se antes de cozer a massa se retirar uma porção da massa levedada, obtem-se o fermento para a próxima fornada. A esta forma de fermentação chama-se fermentação natural ou massa velha.
O pão fermentado com massa velha fica com um sabor e aroma característicos, às vezes com um ligeiro travo ácido ou avinagrado. Em Portugal ainda se produz muito pão de massa velha. O pão alentejano e muitas broas minhotas são exemplos disso. Nas grandes superfícies comerciais e nas casas de produtos naturais/saudáveis também se encontra pão de massa velha ou fermento natural.
No entanto, a industrialização trouxe formas mais rápidas de produzir pão. O fermento de padeiro, que na grande maioria é utilizado para a fermentação do nosso pão, é um concentrado de leveduras (Saccharomyces cerevisiae). Como concentrado que é, torna a fermentação mais rápida e mais intensa. No entanto, os mais atentos ao paladar do pão detentam a falta dos sabores e aromas que o fermento de padeiro não consegue "imitar".
As vantagens da fermentação e o consumo do pão mais semelhante ao que comemos hoje, era utilizada pelos egípcios há 4.000 anos a.C. No Antigo Egito, o pão pagava salários, e os camponeses ganhavam três pães e dois cântaros de cerveja por dia de trabalho.
O sistema de fabricação dos egípcios era muito simples – pedras moíam o trigo que adicionado à água formavam uma massa mole – e foram mostradas em pinturas encontradas sobre tumbas de reis que viveram por volta de 2.500 a.C.
As primeiras padarias surgiram em Jerusalém, após o contato com os egípcios, com quem os hebreus aprenderam melhores técnicas de fabricação e obtiveram a receita. Pouco tempo depois, já existia na cidade uma famosa rua de padeiros.
O pão também teve sua história na Grécia e em Roma.
Na Grécia ocorreu na mesma época que no Egito, já em Roma foi bem mais tarde (800 anos a.C.), porém com grande importância.
Foi em Roma, por volta de 500 a.C. que foi criada a primeira escola para padeiros, tendo se tornado o principal alimento daquela civilização preparado em padarias públicas.
Pode-se dizer que, com a expansão do Império Romano, o hábito de consumir pão foi difundido por grande parte da Europa.
Com o início da Idade Média, por volta do ano 476 da era comum, as padarias acabaram e a produção de pão voltou a ser caseira. Assim, as pessoas voltaram a comer pão sem fermento.
A partir do século XII, na França, a panificação volta a ser como antes.
Na Idade Moderna
No século XVII, a França torna-se um destaque mundial na fabricação de pães, desenvolvendo técnicas aprimoradas de panificação.
O aparecimento da máquina ocorre somente no século XIX, com amassadeiras (hidráulicas ou manuais), com um custo muito alto e também com grande rejeição. Os consumidores mostraram-se “hostis” com o pão feito mecanicamente. Pouco tempo depois surge o motor elétrico e a reclamação passa a ser dos padeiros. Cada máquina substituía dois padeiros.
Hoje o trigo é tratado em moinhos, é lavado, escorrido e passado por cilíndricos que separam o grão da casca.
Aqui está uma receita que encontrei que não testei ainda. Parece boa, simples e fácil de fazer!
