Com Kat e Nani na noite do meu aniversário!Ver a receita em postagem acima!
Com Kat e Nani na noite do meu aniversário!
Observe os caroços dentro, misturados com a salada
tortilla básica, com guacamole, frijoles refritos, iscas de carne e queijo muzzarela
enrolada e pronta para ser degustada
E voilá! Que delicia!
(Taken from "Someone Once Said....")



O pão é um produto alimentício resultado do cozimento de farinha com água e sal de cozinha. O pão foi produzido pela primeira vez há 6000 anos (Ver 6000 anos de pão de Heinrich Eduard Jacob).
Segundo os historiadores o pão teria surgido juntamente com o cultivo do trigo, na região da Mesopotâmia, onde atualmente está situado o Iraque. Supõe-se que a princípio o trigo fosse apenas mastigado.
Acredita-se que os primeiros pães fossem feitos de farinha misturada ao fruto do carvalho a que se chama bolota, landes ou noz. Seriam alimentos achatados, duros, secos e que também não poderiam ser comidos logo depois de prontos por serem bastante amargos. Assim, talvez fosse necessário lavá-los em água fervente por diversas vezes antes de se fazer as broas que eram expostas ao sol para secar. Tais broas eram assadas da mesma forma que os bolos, sobre pedras quentes ou embaixo de cinzas.
A fermentação é o segredo do pão. O pão levedado foi inventado no Egipto onde, há cerca de 6 mil anos seria descoberta a fermentação.
O ar contém uma quantidade enorme de microrganismos, nomeadamente esporos de fungos de levedura (Saccharomyces cerevisiae), que encontram nas massas de pão as condições adequadas para se alimentar do amido da farinha. Em consequência da acção desses microrganismos, o amido divide-se em anidrido carbónico (CO2) e álcool. As bolhas do gás carbónico não conseguem escapar através da superfície e fazem inchar (crescer) a massa, tornando-a fofa. Durante a cozedura ácido carbónico e álcool conseguem escapar, mas o seu efeito fica, na porosidade, sabor e aroma do pão.
O primeiro pão fermentado teria sido descoberto por acaso. Se uma massa (sem qualquer fermento adicionado) for deixada ao ar, ela irá levedar. Em função das condições de temperatura e umidade, o tempo necessário para a fermentação natural pode variar de entre 4 a 8 horas, mas a massa acabará por levedar. Se antes de cozer a massa se retirar uma porção da massa levedada, obtem-se o fermento para a próxima fornada. A esta forma de fermentação chama-se fermentação natural ou massa velha.
O pão fermentado com massa velha fica com um sabor e aroma característicos, às vezes com um ligeiro travo ácido ou avinagrado. Em Portugal ainda se produz muito pão de massa velha. O pão alentejano e muitas broas minhotas são exemplos disso. Nas grandes superfícies comerciais e nas casas de produtos naturais/saudáveis também se encontra pão de massa velha ou fermento natural.
No entanto, a industrialização trouxe formas mais rápidas de produzir pão. O fermento de padeiro, que na grande maioria é utilizado para a fermentação do nosso pão, é um concentrado de leveduras (Saccharomyces cerevisiae). Como concentrado que é, torna a fermentação mais rápida e mais intensa. No entanto, os mais atentos ao paladar do pão detentam a falta dos sabores e aromas que o fermento de padeiro não consegue "imitar".
As vantagens da fermentação e o consumo do pão mais semelhante ao que comemos hoje, era utilizada pelos egípcios há 4.000 anos a.C. No Antigo Egito, o pão pagava salários, e os camponeses ganhavam três pães e dois cântaros de cerveja por dia de trabalho.
O sistema de fabricação dos egípcios era muito simples – pedras moíam o trigo que adicionado à água formavam uma massa mole – e foram mostradas em pinturas encontradas sobre tumbas de reis que viveram por volta de 2.500 a.C.
As primeiras padarias surgiram em Jerusalém, após o contato com os egípcios, com quem os hebreus aprenderam melhores técnicas de fabricação e obtiveram a receita. Pouco tempo depois, já existia na cidade uma famosa rua de padeiros.
O pão também teve sua história na Grécia e em Roma.
Na Grécia ocorreu na mesma época que no Egito, já em Roma foi bem mais tarde (800 anos a.C.), porém com grande importância.
Foi em Roma, por volta de 500 a.C. que foi criada a primeira escola para padeiros, tendo se tornado o principal alimento daquela civilização preparado em padarias públicas.
Pode-se dizer que, com a expansão do Império Romano, o hábito de consumir pão foi difundido por grande parte da Europa.
Com o início da Idade Média, por volta do ano 476 da era comum, as padarias acabaram e a produção de pão voltou a ser caseira. Assim, as pessoas voltaram a comer pão sem fermento.
A partir do século XII, na França, a panificação volta a ser como antes.
Na Idade Moderna
No século XVII, a França torna-se um destaque mundial na fabricação de pães, desenvolvendo técnicas aprimoradas de panificação.
O aparecimento da máquina ocorre somente no século XIX, com amassadeiras (hidráulicas ou manuais), com um custo muito alto e também com grande rejeição. Os consumidores mostraram-se “hostis” com o pão feito mecanicamente. Pouco tempo depois surge o motor elétrico e a reclamação passa a ser dos padeiros. Cada máquina substituía dois padeiros.
Hoje o trigo é tratado em moinhos, é lavado, escorrido e passado por cilíndricos que separam o grão da casca.
Aqui está uma receita que encontrei que não testei ainda. Parece boa, simples e fácil de fazer!


Com a Páscoa chegando e todos os deliciosos ovos de chocolate expostos por todo lugar, ficamos extremamente tentados.... Mas não devemos deixar de comer chocolate, simplesmente encontrar uma maneira saudável de fazê-lo. Aqui estão alguns benefícios deste maravilhoso e delicioso alimento dos deuses:
Estudos recentes têm mostrado que o chocolate escuro, em especial o amargo, oferece potentes benefícios para a saúde. O chocolate escuro é rico em flavonóides epicatequina e ácido gálico, que são antioxidantes que ajudam a proteger os vasos sanguíneos, prevenir câncer e promover a saúde do coração.
Também tem sido demonstrado de forma efetiva que o consumo de chocolate escuro combate a hipertensão de intensidade média. De fato, o chocolate escuro tem mais flavonóides que qualquer outro alimento rico em antioxidantes como vinho tinto e chá verde e preto. Os mesmo benefícios não foram encontrados no chocolate ao leite e branco. Porém, chocolate é uma alimento rico em caloria, então o seu consumo requer a redução de ingestão de calorias vindas de outras fontes da alimentação. O consumo de chocolate também deve ser moderado por ter grandes quantidades gordura saturada.
Para completar, aqui está uma receitinha que peguei do blog da minha amiga Gigi:
Mousse de Chocolate Meio Amargo
200 gr de chocolate meio amargo picado(s)
4 unidade(s) de gema de ovo
1/4 xícara(s) (chá) de açúcar
4 colher(es) (sopa) de café forte
1,35 xícara(s) (chá) de creme de leite fresco
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| Coloque o chocolate em um tijela e leve ao microondas para derreter. Em um recipiente, Coloque as gemas o açúcar e o café. Mexa. Em uma panela, Ferva água e coloque a gemada em banho maria mexendo sempre até engrossar. Leve essa mistura para bater na batedeira até ficar em ponto firme. Junte com ochocolate derretido. Coloque o creme de leite e mexa. Coloque em taças individuais e leve à geladeira. |

Meu sonho de consumo! What a cool kitchen!
This recipe is a total hit. I got it from a friend from Oklahoma who had a family recipe book from her grandma! A real antique! Here goes this old american family recipe, an all time favorite. My daughter Flor gave it this fancy name:
Autumn Cinnamon Apple Cake
2 eggs
2cups sugar (the crystal type sugar works better)
1 cup oil
2 tb spoons vanilla
1 tb spoon baking powder
2 tb spoons cinnamon
3 cups flour
1 tea spoon salt
2 cups diced peeled apples
Mix eggs, sugar, vanilla, cinnamon, oil. Then add flour, baking powder, salt, and last but not least, add the apples.
Bake in moderate oven for about 45 minutes. If you double it, use bigger pan and avoid making it very high, as it rises well.
It can be served hot by itself, or with vanilla ice cream or chantily. Yummy! Enjoy it!
BOLO DE MAÇÃ E CANELA DE OUTONO
Receita de família da minha amiga americana Tena. Este é sucesso total! Experimente e vai adorar! É Bom, Bonito, Barato e fácil de fazer.
2 ovos
2 copos de açucar cristal ou demerara
2 colheres de sopa de baunilha
2 colheres de sopa de canela
1 copo de óleo
3 copos de farinha de trigo
1 colhere de sopa de fermento royal
1 colher de chá de sal
2 copos de maçãs descascadas e picadas
Misturar os ovos, o açucar, a canela, a baunilha, o óleo. Acrescentar a farinha, o fermento, o sal e as maçãs picadas por último. assar em forno moderado por volta de 45 minutos.
Pode ser servido quente sozinho ou com sorvete de creme ou chantily.
Desfrute!
In a small bowl, mix together the flour, baking powder, baking soda, and salt and set aside.
Combine the water, dates, raisins, cinnamon, ginger, cloves, and nutmeg in a small saucepan. Bring to a boil, reduce heat, and gently simmer for 5 minutes.
Place the shredded carrots and pour the hot water mixture over them, and allow to cool completely.
Add the walnuts and orange juice concentrate to the carrot mixture and mix well.
Add the dry ingredients to the wet ingredients and stir well to combine. Pour the batter into a lightly greased cake pan.
Bake at 375 degrees for 45 minutes, or until a toothpick inserted in the center comes out clean. Frost with a sugar-free vegan frosting.